top of page

Como vender imóveis de co-living com alta conversão

  • Foto do escritor: Comunicação - Esther Feola
    Comunicação - Esther Feola
  • 26 de dez. de 2025
  • 4 min de leitura

Para vender esse tipo de imóvel, é essencial conhecer os perfis de público, ajustar o discurso comercial e atuar com abordagem consultiva.


como vender imóveis de co-living

O co-living vem se consolidando como uma das formas mais inteligentes de morar nas grandes cidades. Em vez de ocupar espaços inteiros com custos elevados e pouca interação, moradores agora buscam ambientes otimizados, bem localizados e com foco em convivência.


Esse novo comportamento abre espaço para um tipo de venda imobiliária que exige mais sensibilidade, estratégia e entendimento sociocultural por parte do corretor. Saber como vender imóveis de co-living é, acima de tudo, entender que o imóvel, nesse contexto, não é um fim, mas um meio para uma experiência de vida mais fluida, econômica e integrada.


A adesão ao modelo tem crescido não apenas entre jovens adultos e nômades digitais, mas também entre pessoas com rotinas exigentes que valorizam tempo, praticidade e conexões humanas.


Nesse cenário, o corretor precisa saber articular o valor da convivência, da praticidade e da flexibilidade. Os argumentos tradicionais de metragem, número de quartos e vagas de garagem perdem espaço frente a fatores como mobilidade urbana, curadoria de moradores e serviços agregados.


Como vender imóveis de co-living para diferentes perfis


O público de co-living não é homogêneo. Há estudantes em busca de estrutura sem burocracia, profissionais solteiros que não querem viver isolados e investidores atentos à crescente ocupação urbana por uso compartilhado. Cada um desses perfis exige um discurso específico — mas todos têm algo em comum: a busca por funcionalidade com significado.


Para estudantes e jovens profissionais, o co-living representa economia e estrutura. Muitas vezes, são pessoas que estão em fase de transição — entre cidades, carreiras ou fases da vida. O que elas querem é um lugar com boa internet, segurança, espaço de estudo e, de preferência, algum nível de comunidade. Já para quem está investindo, o que pesa é o giro, a taxa de ocupação e o retorno escalável com gestão profissional.


Na hora da venda, o corretor precisa ser mais do que vendedor: precisa ser um consultor que compreende a jornada do cliente e antecipa objeções com dados claros, exemplos de outros moradores, portfólios de operadores e cases de rentabilidade.


Não se trata de empurrar um imóvel com quarto e sala compartilhados, mas de explicar por que aquele modelo funciona melhor que o tradicional em certos contextos. Isso exige domínio da proposta e fluência na argumentação.


A lógica da venda está na experiência


Quem procura um imóvel de co-living quer facilidade. Tudo precisa estar pronto, do contrato à mobília. Serviços como limpeza, manutenção, internet e até organização de eventos costumam estar incluídos, o que elimina atritos e fideliza moradores. Essa entrega de conveniência embutida é um ponto de destaque nas conversas comerciais e precisa ser explorada com inteligência.


Mostrar o imóvel não basta. O cliente quer saber quem são os outros moradores, como funcionam as regras de convivência, qual o nível de autonomia e privacidade e, principalmente, se a experiência vai valer a pena.


O corretor que se limita a mostrar as áreas comuns e os dormitórios está perdendo o potencial do discurso emocional — aquele que conecta e transforma visita em fechamento.


As vendas mais bem-sucedidas nesse segmento acontecem quando há alinhamento entre estilo de vida e proposta de valor. Quanto mais o cliente enxerga a si mesmo dentro daquela vivência, mais claro se torna o retorno — seja ele emocional, funcional ou financeiro.


Argumentos que fortalecem a conversão


  • Custo-benefício real: a comparação com o aluguel convencional é uma ferramenta poderosa. Demonstre o valor agregado com dados concretos: “Aqui, você paga um valor fixo e tem internet, limpeza, mobiliário e manutenção incluídos. Em um aluguel tradicional, só a soma das contas já supera isso”.


  • Integração com a cidade: localizações estratégicas, perto de transporte, centros empresariais ou universidades, são um dos grandes atrativos. O co-living muitas vezes oferece mobilidade sem a necessidade de carro. Isso precisa estar no discurso de valor.


  • Gestão profissional: muitos co-livings são administrados por empresas especializadas. Isso reduz riscos para o investidor e melhora a experiência do morador. O corretor deve destacar esse ponto para gerar segurança na decisão.


  • Potencial de rentabilidade: para quem compra visando locação, os dados de ocupação, tempo médio de permanência e tíquete médio precisam estar na ponta da língua. Mostrar como a rotatividade é bem gerida e como isso impacta na liquidez acelera decisões de compra.


  • Flexibilidade e baixo compromisso: para o morador, o co-living representa liberdade. Sem fiador, sem burocracia, sem amarras de contratos longos. Isso é especialmente valioso para públicos mais jovens ou em transição.


Posicionamento do corretor: da oferta ao propósito


Não basta conhecer a planta e os diferenciais do imóvel. O corretor que quer se destacar nesse nicho precisa se posicionar como especialista em novas formas de habitar. Estudar referências globais, acompanhar startups do setor, entender as dores de quem busca esse tipo de moradia e estar preparado para conduzir o lead de forma consultiva. O produto é inovador, mas a venda exige consistência, repertório e escuta ativa.


Ser um mediador entre uma proposta moderna e um cliente ainda em processo de adaptação exige sensibilidade. Muitos leads têm dúvidas legítimas sobre convivência, barulho, regras e privacidade. O papel do corretor é acolher essas dúvidas, sem minimizar, e apresentar alternativas concretas, com transparência e empatia.


Quem domina como vender imóveis de co-living está posicionado para atender a um segmento em ascensão — que não quer apenas um endereço, mas um modo de viver mais conectado, prático e colaborativo. Quando o corretor entende isso, não apenas fecha mais vendas: constrói relações de confiança e ganha autoridade em um mercado que só tende a crescer.


Assista um vídeo de Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil:

Com mais de 2.000 episódios, Diego Maia apresenta o maior podcast de vendas nacional, apresentado desde 2009, disponível gratuitamente.


Conheça o podcast de Diego Maia:

Vou Vender, Já Vendi é um portal de conteúdo com curadoria de Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil.

Assine a newsletter totalmente grátis com as melhores notícias para o corretor de imóveis

Obrigado!

© 2023. Vou Vender, Já Vendi. Todos os direitos reservados.

Vou Vender, Já Vendi é uma plataforma de conteúdo exclusiva para o corretor de imóveis.

É uma propriedade de CDPV  LTDA, registrada sob o CNPJ 05.877.927/0001-28.

bottom of page